quinta-feira, 8 de novembro de 2012



Publicação

A Editora Abril terá de publicar nas versões impressa e on-line da revista Veja uma sentença que a condenou por divulgação de matérias que ofenderam Eduardo Jorge Caldas Pereira, secretário-geral da Presidência da República no governo FHC.

 
Até que...

Noivo, que causou confusão na cerimônia do casamento, terá de indenizar a ex-noiva e o ex-sogro. A 12ª câmara Cível do TJ/RJ entendeu que ele provocou inegável repercussão psicológica e prejuízos materiais em um episódio lamentável e humilhante.


"Quando os recenseamentos (eleições) são justos, e a urna livre, aparecem maiorias reais; quando aqueles são arbitrários, ou está prostituída, surgem as maiorias artificiais."

Alberto Antonio de Moraes Carvalho


Será que o ex-tudo lembra de alguma eleição em que ele usou de subterfúgios para ganhar a eleição e afundar nossa cidade.
 
Será que foi por estes motivos que o ex-tudo abraçou o PMDB ??????

Leiam textos abaixo


Definição mais que perfeita

"Perguntem a quase qualquer partido político brasileiro o que ele quer ser quando crescer, se crescer, para crescer. É quase certo que, se ele for sincero, responderá: 'PMDB'. Chamo de 'PMDB' um partido de pouca definição ideológica, capaz de sustentar um governo de direita ou esquerda, mas formado por tantas alianças regionais que consegue um bom retorno da União em troca de seu apoio."

"Por mais que o modelo PMDB ofereça ganhos tangíveis e certos, os dois partidos que, somados, ou melhor, brigados, chefiam o Estado há quase 20 anos, só conseguiram isso porque não foram nem são PMDB. Nosso grande partido-ônibus é vantajoso para apoiar, não para liderar. Lutar pela hegemonia, como fazem PT e PSDB, tem um custo. Você pode perder. Já fazer alianças com qualquer lado (exagero um pouco no 'qualquer') tem suas vantagens, mas traz um custo: você não disputa a final do campeonato. Pode até se manter na primeira divisão, mas não chega à final do Brasileirão."


Dá uma vontade de trair...

O PMDB vai sair da reunião com Dilma e Lula certo de que já poderá mandar fazer os ternos novos para as posses de Henrique Alves e Renan Calheiros no comando do legislativo Federal. Pode, em parte, gastar pano à toa. O PT que não é de cama, mesa e banho oficial, cúpula, principalmente o da Câmara, está incomodado com os acertos com os peemedebistas. Ponha-se nesta lista: Arlindo Chinaglia e Marco Maia. Tal insatisfação pode pregar uma peça em Dilma, Lula e companhia. E pode ser o troco do PSB que costura, com a oposição, a candidatura de Julio Delgado (MG) à Câmara. A manobra para enquadrar Eduardo Campos tem riscos e precisa ser feita com grande cautela pelo poder de fogo que ele adquiriu.